O El País revela em primeira mão o conteúdo do livro «La Reina muy de cerca», escrito por Pilar Urbano, que será apresentado esta quinta-feira. A rainha revela que consegue «compreender e aceitar que haja pessoas com outra tendência sexual», mas questiona: «tenho que aceitar que se sintam orgulhosos por serem gays? Que anunciem a todo o mundo e façam manifestações. Se todos nós, que não somos gays, fizéssemos manifestações, seria o caos no trânsito».
Sofia
vai mais longe e considera que a união homossexual não é casamento. «Se essas pessoas querem viver juntas, vestir-se de noivos
e casar-se, podem ter esse direito, segundo as leis do seu país, mas não lhe chamem casamento, porque não o é. Há muitos nomes
possíveis: contrato social, contrato de união».
A rainha revela que é «totalmente» a favor do aborto e contra
a eutanásia «porque a vida e a morte não devem estar nas nossas mãos», contudo, afirma que é «a favor de uma morte digna».
Para a rainha Sofia, é preciso ensinar a religião nas escolas «até uma certa idade» porque as crianças «precisam de
uma explicação para a origem do mundo e da vida».