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Já Nuno Melo pede que «se deixe de enganar a Turquia, criando expectativas que depois não serão correspondidas».
Alguns alunos do 12º ano, alguns deles já com idade para votar, e professores, quiseram ouvir a opinião dos responsáveis do partido sobre várias questões, europeias e não só. Preocupados com a crise, os jovens quiseram saber sobre as grandes obras públicas que o Governo planeia fazer, sobre as medidas de protecção do emprego, e sobre o modelo europeu. A tudo Nuno Melo e Paulo Portas responderam.
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Recusando novamente o modelo federalista, o cabeça-de-lista do CDS avisa que Portugal «corre o risco de não conseguir fazer ouvir a sua voz e de não poder influenciar decisões futuras, caso se torne numa espécie de estado federado ou super-região».
Defenderam que «a construção do novo aeroporto e o projecto do TGV não vão resolver a situação do emprego em Portugal e que o orçamento deverá ser utilizado noutras infra-estruturas mais úteis aos portugueses».
Tal como já tinha referido durante a manhã numa aula na Universidade Sénior de Castelo Branco, Nuno Melo voltou a referir as baixas pensões em contraponto com o aumento de pessoas a receber o rendimento mínimo garantido, «sem fiscalização, de forma negligente».
Já Paulo Portas voltou a defender «a autoridade dos professores dentro da sala de aulas». E, lembrando casos de professores que apanharam com cadeiras, recorda que o partido tem medidas para agravar, em termos penais, as agressões em ambiente escolar.
Paulo Portas atacou
ainda o Governo por ter proposto o aumento do custo do trabalho nas Instituições de Solidariedade Social, afirmando que são
aquelas instituições que «dão de comer a quem tem fome» e que se «fizessem greve, em termos sociais o país não se constipava,
o país ficava em coma».