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20-07-2008 - 16:41h

«Casamento homossexual é imposição do princípio da igualdade»

Novo líder da Juventude Socialista acredita que o PS se empenhará na defesa desta causa

Por: Redacçãoemailmais artigos deste autor / ARC
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O novo líder da Juventude Socialista (JS), Duarte Cordeiro, afirmou este domingo que o casamento homossexual «é uma imposição do princípio de igualdade», acreditando que o PS se empenhará na defesa desta causa, noticia a Lusa.

«Deparamo-nos com uma das poucas desigualdades existentes na lei, impondo-se a alteração a vários níveis», disse, acrescentando que «trata-se de uma imposição do princípio da igualdade, trata-se da felicidade de milhares».

Duarte Cordeiro, que foi este fim-de-semana eleito secretário-geral da JS, no Congresso Nacional dos jotas que decorreu no Porto, reafirmou que os jovens socialistas estão empenhados«nesta batalha pelos direitos fundamentais dos cidadãos e cidadãs homossexuais, mas estão cientes de que a alteração da lei se fará através da força reformista do PS e do seu empenho na defesa das liberdades em democracia». O novo secretário-geral adiantou, contudo, que a JS «não será irresponsável» e que apenas avançará com este assunto quando o PS estiver do seu lado.

Afirmando que ser socialista é acreditar na igualdade em primeiro lugar, Duarte Cordeiro sublinhou que, para a sua geração, «casamento não é procriação». «Queremos viver no século XXI, a cores, e não no século XX, a preto e branco, da Manuela Ferreira Leite», frisou.

Contando com a presença do secretário-geral do PS, José Sócrates, na sessão de encerramento do congresso, Duarte Cordeiro afirmou que a JS estará ao lado do governo «contra o imobilismo e contra o conservadorismo da direita».

Aproveitou também para pedir a Sócrates que «o Orçamento de 2009 dê um importante sinal de igualdade», porque a JS «não acha que está tudo bem e percebe que são precisos apoios sociais».

Duarte Cordeiro desafiou ainda o governo a «adoptar o sistema de empréstimos de manuais escolares no ensino secundário, que os tornarão gratuitos para os estudantes e famílias». «E queremos reforçar os cursos do ensino superior com horário pós-laboral», acrescentou.

Disse ainda que a jota defende gabinetes de apoio à empregabilidade nas universidades públicas já a partir do próximo ano e que a Autoridade para as Condições do Trabalho deveria «trabalhar como a ASAE», sendo necessário que veja o seu orçamento reforçado.

Duarte Cordeiro terminou o seu discurso afirmando que a JS, «unida» neste congresso, «mandata» José Sócrates para ser o candidato a primeiro-ministro «para que faça da igualdade o novo impulso de modernidade para Portugal».


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Comentários -
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Resposta 2 a Miguel Costa de 2| 2008-07-24 / 20:36 | Por: Nirvana
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....................................(continuação
Note que conheço gente com essa tendência e tenho por ela absoluto e actuante respeito, desde que não queiram reivindicar direitos e normalidade que não detêm.
Considerá-los deficientes, será, porventura, um termo desajustado, mas se eles fizerem um esforço poderão até ser mais contidos e discretos nos seus impulsos, sobretudo sexuais, e até ajustar-se às realidades da vida, com múltiplas formas de saber amar, sem fazer de conta que são aquilo que não podem ser, mexendo com seres indefesos, como as crianças.
São estas formas de vida no mundo ocidental que vão levando a civilização ocidental ao ponto em que se encontra: fazer de conta.
Vc sabe, com toda a certeza, que um Amigo(a) contará sempre com o nosso grande afecto, sem que isso signifique avançar para formas de relacionamento que ponham em causa esse estado de espírito e que não desagúe no sexo.
Vc parece gostar que este espaço seja, nesta matéria, espaço aberto para o ¿deboche¿ dos que entendem que o mundo poderia ser apenas o deles (das tais minorias!), mas não; felizmente os responsáveis deste espaço deixam respirar a diferença e ainda bem. Há outros sítios e aí confirma a anormalidade de que falo¿
E note que eu não gostaria que dentro de alguns anos me venha a dar razão sobre o verdadeiro ¿holocausto¿ que - a manter-se esta ¿normalidade homossexual¿! ¿ possa até acontecer¿ É que cada um de nós não está livre de ter um filho ou uma filha com esse desvio transitório ou até ¿permanente¿; só que não temos o direito de promover essa anormalidade como se fosse uma normalidade sem ser ¿desgraçada¿.
Devo dizer-lhe que também não sou homossexual, nem farei a apologia dessa forma de estar ou ¿ser¿ no mundo, respeitando, desde que não ponham em causa a normalidade, os que se sentem na pele de outro, sem fazerem um leve esforço que não o conhecido ¿deboche¿.
Cumprimento-o com respeito pela vida humana, nas suas formas mais engraçadas ou até ¿desgraçadas¿ com o qual teremos que conviver. O problema está nos promotores das falsas formas de vida no mundo, chamando a isso avanço civilizacional, sobretudo quando caminhamos para uma efectiva regressão civilizacional.
Mas os homossexuais não deviam ir neste ¿canto de sereia¿ dos que lhe querem satisfazer todos os desejos, porque esses apenas querem o voto dos ¿desgraçados¿ e em situações de aflição deixá-los-ão em desgraça, porque este não pode ser um jogo oportunista que se faça.
Que os ¿meninos¿ do partido do poder queira entrar nele, até se tolera; agora terem o beneplácito dos crescidos e com responsabilidades na governação do país não se admite, por certo.
Temos, naturalmente, outras prioridades, que não a falsa igualdade e que, normalmente, a juventude de qualquer geração reivindica.
Se apenas fossemos atrasados nesta matéria, nenhum mal viria para Portugal; o problema é que no resto também o somos e esta ¿promoção eleitoral¿ em nada ajudará ¿.
Resposta a Miguel Costa: 1 de de 2!| 2008-07-24 / 20:34 | Por: Nirvana
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Caro Miguel Costa!
Você teve a ousadia de chamar-me ignorante, retrógrado, medíocre e até inútil; mas eu não o vou tratar com a mesma bitola, dada a minha condição¿
Apenas um reparo: acha que a homossexualidade organizada é um factor promocional e no sentido de desenvolvimento do nosso país e continente? Se acha normal duas pessoas do mesmo sexo constituírem ¿família¿ e até ¿procriarem¿ e ¿adoptarem¿ filhos, o que os distinguirá de duas pessoas de sexos diferentes e que reúnam o mínimo de condições para realizarem o amor em toda a sua plenitude, nomeadamente a possibilidade de procriação e se complementarem como dois seres efectivamente diferentes?
Note que a minha mentalidade até aceita que duas pessoas do mesmo sexo se possam amar no sentido mais extensivo e sem necessidade do folclore que caracteriza o ¿desgraçado¿ homossexual que defende o ¿orgulho gay¿ como se fosse um gesto normal. E digo ¿desgraçado¿, sem o sentido pejorativo de rejeição humana que isso possa suscitar, antes a resignação perante uma insuficiência de vida, como muitas outras que conheço.
Temos que admitir sempre a existência de homens e mulheres mais ou menos capazes para dar continuidade à espécie humana e sem mudança de sexo, como degradantemente alguns homossexuais concretizam.
........................(continua)
Posso comentar?| 2008-07-23 / 20:25 | Por: Nirvana
20
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