Esta parceria surgiu do âmbito da rede europeia ENEAS, que reúne escolas e universidades, e permite a obtenção e disponibilização de dados sobre a atmosfera, solos ou hidrologia.
«Não havia escolas aqui na região que tivessem manifestado essa disponibilidade e como a ideia é recolher dados ambientais, quanto mais espalhada pelo país estiver a rede de escolas mais vantagem tem», disse Rui Duarte, professor da ESAL.
A estação é automática, porém a escola optou por introduzir alguns instrumentos manuais, para que os alunos aprendam a identificar os dados.
A informação é disponibilizada através de um ecrã colocado no átrio do estabelecimento de ensino, e ainda na página na internet, em http://www.esal.edu.pt.
O projecto ENEAS entrou no terceiro ano de trabalho e está presente em escolas de nove dos 18 distritos de Portugal
Continental, com uma maior prevalência no distrito do Porto.