Este observatório estabelece uma relação entre a crise económica e os homicídios conjugais. É que, escreve o DN, muitas das vítimas e dos agressores estavam desempregados quando ocorreu o homicídio. E, contrariamente ao que tem acontecido nos últimos anos, os homicídios não se verificaram nos meses de férias, o que, escreve o DN, reforça a tese de que o desemprego terá contribuído para um aumento de vítimas mortais.
Os dados dos primeiros oito meses de 2008 do Observatório de Mulheres
Assassinadas, estrutura criada pela UMAR, indicam que as vítimas de violência doméstica e os agressores são cada vez mais
novos e que as mulheres estão cada vez mais a ser vítimas dos namorados ou dos «ex».